VACINAÇÃO: IMPORTÂNCIA E CONTROVÉRSIAS

Olá, pessoal!!

No post dicas de Saúde e planejamento para viajantes  foi falado sobre o uso das vacinas, como por exemplo, da febre amarela, para viajar para determinados lugares no mundo, além da inexistência, até o momento, de uma vacina contra o vírus da zika. Mas, afinal, o que são as vacinas e qual o papel que elas têm na saúde?
Partimos da definição estabelecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS): vacina é uma preparação biológica que melhora a imunidade do organismo para determinada doença (WHO, 2016) (fig. 1). Uma vacina contém um agente que se assemelha ao microrganismo que causa determinada doença e, habitualmente, é feita com uma forma atenuada ou morta desse microrganismo, de suas toxinas ou de uma de suas proteínas. O agente estimula a reação imunológica do corpo a reconhecer o agente como estranho e, então, atacá-lo. Assim, nesse ataque, o sistema imunológico adquire uma memória do agente estranho e, se houver contaminação, o corpo estará preparado para combatê-lo
Existem mitos e controvérsias acerca do uso das vacinas. Não existe comprovação de que têm efeitos deletérios a longo prazo ou de que possam ser fatais se ministradas em organismos vulneráveis. As reações são de intensidade baixa e de pequena duração, como dolorido no local da aplicação ou febre baixa. A probabilidade de ocorrer situação de risco é muito maior na doença do que na vacina.
Mesmo em países em que as doenças estejam erradicadas é necessário se vacinar. Até que a doença esteja erradica totalmente por gerações, o controle para não haver epidemia se deve à vacinação.
A Influenza (gripe) é uma doença séria em que é atribuída  entre 300mil e 500mil fatalidades por ano. A população vulnerável, tais como grávidas, crianças pequenas e idosos com saúde debilitada, além de qualquer indivíduo com condição crônica (como asma ou doença cardíaca), está mais propensa a adquirir a variação mais grave da Influenza, podendo levar à morte. A vacinação contra essa doença é a melhor forma de diminuir o seu risco e de propagá-la a terceiros.
A maioria das pessoas aceita a prática da vacinação. Basta não permitir que falácias invadam a segurança da saúde pública [Vaccine, 2016, acesso 6/8/2016. (http://www.journals.elsevier.com/vaccine)].

fig1.vaccines

Fig. 1. Foto de ampolas com vacinas (WHO, 2016)

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por Graziela Kajita, em 08/09/2016
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